Escutar
Um canal que as pessoas usam de verdade
- Canal de denúncia anônimo por desenho, com protocolo de retorno
- Três modos de identificação — anônimo, sigiloso ou identificado
- Escuta ativa por pesquisa, sem expor respostas individuais
Fiscalização em vigor desde 26.05.2026
A Controllato liga canal de denúncia, plano de ação e verificação de eficácia em um único fluxo rastreável — e estende o mesmo fio ao inventário de risco psicossocial, organizado para o seu profissional de SST validar e assinar.
12/03 09:41
Manifestação recebida
Canal anônimo · protocolo #A7F2-31
12/03 11:07
Triagem e classificação
Fator psicossocial · risco alto
14/03 16:22
Plano de ação aberto
Responsável e prazo definidos
28/04 10:15
Verificação de eficácia
Risco reavaliado · encerrado com prova
Cada elo guarda quem fez, quando e sob qual permissão. É esse encadeamento — e não o documento solto — que sustenta a inspeção.
01O diagnóstico
Na fiscalização da NR-1 psicossocial, o que se examina não é a intenção nem o volume de documentos: é a consistência da corrente perigo → avaliação → inventário → plano de ação → monitoramento. São sempre os mesmos cinco pontos que arrebentam.
Sem protocolo, sem sigilo e sem prazo. Quando o assunto é assédio, quem relata precisa saber que a empresa não consegue descobrir quem falou — senão ninguém fala.
Responsável, prazo e status até existem. O que não existe é a cobrança automática, o histórico de quem mudou o quê e a prova de que a medida saiu do papel.
O inventário é atualizado uma vez por ano; a loja muda de escala, de meta e de gente toda semana. Na inspeção, o documento não descreve a empresa que o fiscal está vendo.
Fechar tarefa é fácil. Difícil é responder à pergunta seguinte: o risco caiu? Sem verificação posterior, o ciclo de gestão nunca fecha — e é justamente o ciclo que se fiscaliza.
Denúncia numa pasta, avaliação em outra, plano de ação num e-mail, evidência no celular de alguém. Cada peça existe; ninguém consegue mostrar a corrente inteira em ordem.
02Como funciona
A norma não pede quatro sistemas. Pede um ciclo de gestão que feche. Aqui, cada etapa já nasce presa à anterior — quem abre um plano de ação sabe qual relato o originou, e quem encerra precisa dizer por que o risco baixou.
Um canal que as pessoas usam de verdade
Risco medido por grupo, nunca por pessoa
Plano de ação que não vence em silêncio
Encerramento só com prova de que o risco caiu
O ganho não está em nenhuma dessas etapas isolada — está no fato de as quatro serem a mesma história, contada em ordem, com data. É isso que uma inspeção consegue seguir do começo ao fim.
03Exigência a exigência
Esta é a checagem que fazemos linha a linha antes de dizer que algo está coberto. Está pública porque conformidade não se vende com promessa vaga: onde a responsabilidade não é nossa, está escrito que não é.
Canal isolado, três modos de identificação e protocolo anônimo de retorno
ControllatoRelato, tratativa, plano e verificação ficam ligados entre si, em ordem e com data
ControllatoColeta anônima com piso de anonimato antes de qualquer recorte ser exibido
ControllatoQuestionário psicométrico reconhecido, versionado a cada aplicação
ControllatoMapa de fatores por grupo homogêneo de exposição — nunca por indivíduo
ControllatoInventário montado e mantido vivo, ligado aos relatos e às pesquisas que o alimentaram
ControllatoMatriz aplicada por grupo; o profissional interpreta e ajusta a classificação
ControllatoÉ a estrutura padrão de toda tratativa aberta na plataforma
ControllatoEtapa obrigatória de encerramento, com reincidência monitorada depois
ControllatoTrilha datada e imutável de cada passo, guardada por 5 anos
ControllatoIndicadores psicossociais e painéis sobre os dados que a própria operação gerou
ControllatoA plataforma guarda e organiza; a assinatura é de quem responde tecnicamente
Controllato + SSTO software avalia condição de trabalho; interpretação clínica é do profissional
ControllatoA evidência sai organizada no formato do PGR; a integração formal é do profissional
Profissional de SSTNunca do software. A norma exige responsável identificável — e é isso que protege você
Profissional de SSTTrilha de capacitação ligada aos fatores de risco que a sua operação já mapeou, com registro de quem fez e quando
Em breveBase normativa: NR-1 (GRO/PGR) com a redação da Portaria MTE 1.419/2024, Lei 14.457/2022 e o encerramento do período educativo em 25/05/2026. Enquadramento por porte e grau de risco deve ser confirmado caso a caso com o profissional responsável.
04A objeção que importa
Quase todo canal do mercado promete sigilo. A pergunta que o seu colaborador faz — mesmo sem falar em voz alta — é outra: se a empresa quiser descobrir, ela consegue?
Enquanto a resposta for “ela promete que não vai tentar”, o canal recebe pouco relato e a empresa acredita, erradamente, que não tem problema. Um canal vazio não é um sinal de saúde: é um sintoma.
Anonimato não é apagar rastro. A trilha registra o que a empresa fez com o relato — prazo, responsável, desfecho — sem nunca expor quem falou. As duas coisas convivem, e a fiscalização precisa das duas.
05A fronteira
“Quatro coisas este software nunca vai fazer — e é exatamente por isso que ele serve para a fiscalização.”
O software monta o inventário, aplica a matriz e organiza a evidência. Quem emite e assina é o profissional de SST — a norma exige responsável identificável, e laudo de software não protegeria ninguém.
A unidade de análise é o grupo de exposição, sempre. Avaliamos condição de trabalho, não indivíduo, e não produzimos nada que se pareça com diagnóstico clínico.
Sem leitura de mensagem, câmera ou monitoramento de comunicação. Vigilância é, ela própria, um fator de risco psicossocial — combatê-la criando outro seria incoerente.
Inferência automática não vira veredito formal sem revisão de uma pessoa responsável. A máquina prepara; o humano identificável decide e responde.
06A alternativa honesta
Ninguém troca de ferramenta por funcionalidade. Troca quando a ferramenta atual falha exatamente onde dói — e aqui dói na hora da inspeção, quando alguém pede o encadeamento e ele não existe.
Recebe o relato com anonimato
Responde ao denunciante sem expor a identidade
Mede risco psicossocial por grupo de exposição
Monta o inventário no formato do PGR
Liga o relato ao plano de ação que ele originou
Exige prova antes de encerrar a ação
Trilha datada e imutável para a inspeção
Entrega o dossiê pronto para o profissional de SST assinar
07Qualificação
Não é para
Dizer não a três coisas é o que nos deixa dizer sim ao resto com precisão.
08Diagnóstico rápido
Responda com honestidade — ninguém está vendo. No fim você recebe o retrato do seu ciclo e a lista nomeada do que falta.
No fim você recebe
Nada do que você responde sai do seu navegador — não há envio, nem cadastro, nem cookie de rastreio nesta página.
09Material de apoio
10Perguntas frequentes
Se a sua pergunta não estiver aqui, ela é melhor ainda. Mande.
Perguntar diretoVale, e é o cenário mais comum. O que se examina é a consistência do processo de gestão de risco, não a data em que ele nasceu: um ciclo iniciado agora, com registro datado e evidência real, sustenta muito melhor uma inspeção do que um documento produzido às pressas para preencher lacuna do passado. O pior resultado é continuar sem rastro.
A Lei 14.457/2022 exige canal de denúncia e medidas contra assédio para empresas obrigadas a constituir CIPA, e a NR-1, com a redação da Portaria MTE 1.419/2024, incorporou os riscos psicossociais ao gerenciamento de riscos ocupacionais. O enquadramento exato depende de porte, grau de risco e estrutura da sua operação — é uma conferência que deve ser feita caso a caso com o seu responsável técnico de SST e o jurídico.
Não, e nunca vamos emitir. O software monta o inventário de risco psicossocial, aplica a matriz de probabilidade e severidade e organiza a evidência no formato do PGR. A emissão, a validação técnica e a assinatura são sempre do profissional de SST habilitado. A norma exige responsável identificável, e é justamente essa fronteira que protege a empresa.
O conteúdo da manifestação fica separado da operação do dia a dia, o acesso é permissão nominal e toda leitura entra na trilha de auditoria. Quem denuncia acompanha o caso e recebe resposta por protocolo, sem se identificar em momento algum. Anonimato aqui é decisão de desenho do sistema, não promessa de política interna.
O tratamento parte do acesso mínimo: cada perfil vê apenas o necessário, todo acesso é registrado, os dados têm ciclo de vida e prazo de retenção definidos, e recortes analíticos só aparecem acima de um piso mínimo de participantes, para impedir reidentificação. Nenhuma inferência automática vira decisão formal sem revisão de uma pessoa responsável.
É exatamente o cenário que motivou o produto. Operações distribuídas, com rotatividade alta e metas apertadas, são onde o risco psicossocial aparece primeiro e onde a evidência se perde mais rápido. A análise é feita por grupo de exposição, o que permite comparar unidades sem expor pessoas.
Não necessariamente. O canal isolado costuma resolver a entrada do relato e parar ali — sem diagnóstico, sem plano de ação ligado ao relato e sem verificação de eficácia. A conversa útil é olhar o que já existe, ver o que fica de pé e onde a corrente arrebenta antes de decidir substituir qualquer coisa.
Depende do porte da operação e de quanto do ciclo já existe na sua empresa. A primeira conversa é justamente para olhar o que você tem hoje, apontar as lacunas em relação à norma e dizer com clareza o que faz sentido implantar primeiro — normalmente o canal e o plano de ação, que dão evidência datada mais rápido.
Próximo passo
Não temos formulário longo, sequência de e-mails nem demonstração enlatada. Tem uma conversa direta sobre a sua operação — e um retrato honesto de onde você está em relação à NR-1 psicossocial.
Você conta como o ciclo funciona hoje — canal, avaliação, plano de ação, evidência.
A gente aponta, linha a linha, o que a norma pede e onde a sua corrente arrebenta.
Você sai da conversa com o mapa das lacunas, tenha ou não fechado alguma coisa.